Governador defende parceria e trabalho proativo com o MPE

Promotor José Antônio Borges Pereira assumiu nesta sexta-feira como novo procurador-geral de Justiça de Mato Grosso e garantiu relacionamento respeitoso com Estado

Por Redação 01/03/2019 - 15:31 hs

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, defendeu a interação e o trabalho proativo entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para lidar com o momento de crise ao qual o Estado atravessa, primando sempre pelo respeito ao papel de cada instituição.

A posição foi defendida durante a solenidade de posse do novo procurador-geral de Justiça, o promotor de Justiça José Antônio Borges Pereira (Biênio 2019/2021).

O evento aconteceu nesta manhã (01), no auditório das Promotorias de Justiça de Cuiabá.

“Tenho absoluta convicção que juntos com o Ministério Público, o Tribunal de Contas, a Assembleia Legislativa e o Poder Judiciário iremos fazer o enfrentamento aos diversos e graves problemas do Estado, construindo também soluções para os próximos anos”, ponderou o chefe do Executivo mato-grossense.

O governador ressaltou que a nomeação do promotor José Antônio Borges foi uma decisão democrática e respeitou o rito legal do Ministério Público Estadual (MPE), que o elegeu com a maioria dos votos.

“Ele foi eleito pela maioria e a democracia é isso. Ele representa o conjunto maior dos procuradores do Ministério Público e ele foi nomeado para cumprir com a missão por dois anos para coordenar esse importante órgão na nossa democracia”, avaliou.

Mauro Mendes acrescentou ainda que a relação do Governo do Estado com o MP será respeitosa quanto ao papel fiscalizador que o órgão desempenha na sociedade, desde que considerando a independência entre os poderes.

“Tenho certeza que teremos com essa administração, como tivemos com todas as outras quando fui agente público, um relacionamento amistoso e proativo em prol dos interesses republicanos”, finalizou.

O recém-empossado procurador-geral de Justiça, o promotor de Justiça José Antônio Borges Pereira, também ressaltou que o relacionamento com o Poder Executivo será respeitoso, resguardando a independência de cada ente.

“O MP tem sua função fiscalizadora e o Estado é um fornecedor de serviços e saúde. Os promotores terão independência para buscar que esses serviços sejam prestados da melhor forma possível”, afirmou Borges.

Além do procurador-geral, também foram empossados o corregedor-geral do MP, procurador de Justiça Hélio Fredolino Faust, e os novos integrantes do Conselho Superior do Ministério Público.